Fé e Política: “A história na perspectiva das minorias excluídas”

Irmãos e irmãs,
apresentaremos uma série de pequenos textos elucidativos acerca da História do Brasil, na perspectiva da Fé e Política, contada sob o olhar dos derrotados… Boa leitura e boa reflexão!

PAZ e BEM!

Equipe de Comuicação


– PARTE I –

Formação Econômica e Política

Fazendo um leitura analítica e crítica, percebemos que a colonização, a ocupação invasiva, propriamente dito, só começou, de fato, a ter sentido quando Portugal se viu ameaçado por outras nações, como se observa pelas invasões históricas de outros países.

Nesse período colonial, podemos frisar a importância para o desenvolvimento da colônia através da economia, do açúcar e da mineração. Por conta destes, houveram muitas rebeliões dos nativistas, dos separatistas, nos estados de São Paulo e Minas Gerais, sobretudo, com a grande e significativa revolução, a Inconfidência Mineira.

Já no período imperial, destacamos o período da regência, que foi marcado por governo de regentes. Nesse período, houve a Proclamação da República e no período do segundo reinado ocorreu a Abolição da Escravatura em 1888.

Em 1989 inicia-se o Período Republicano, que foi profundamente marcado pelo positivismo e com uma forma diferenciada dos tempos idos. Aqui, o país ficava alternando nas mãos dos pertencentes e herdeiros da Coroa, sem participação da população.

Passa-se, com efeito, por um período de muita tribulação na perspectiva do diálogo. Temos a era Vargas e, em seguida, o Golpe Militar. Este é o Período do Regime Militar que tolheu a dignidade do homem.

Depois de um longo processo de sofrimento, em 1985, o governo volta a população e é marcado por acontecimentos históricos na História do Brasil, pois o Partido dos Trabalhadores, gente da gente, tentou implantar um projeto de poder voltado novamente a camada do populismo e do socialismo.

Sendo assim, constatamos que a população brasileira possui os três períodos administrativos e históricos de tempos idos, porque a impulsividade pelo ato de conquistar e a disputa pelo ter é latente em nosso país. Ademais, o nepotismo e o favorecimento de amigos das “famílias tradicionais e importantes” são gritantes. Por fim, as inconsistências dos republicanos e o afã pelo capital permanece pulsante. Sob nova roupagem, todos os aspectos estão sedentos para encontrar os produtos humanos, pois o principal foco desse sistema desumano (o capitalista) é o ser humano como produto, mercadoria e sendo marionete. Isso, portanto, são aspectos de outrora, em voga, na atualidade.

Frei Carlos Eduardo de Sousa, OFM

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